quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Participação dos Jovens Divulgadores da Ciência e os demais PIBICs na Reunião Cientifica - Ibu

É, estamos aqui para descrever como foi mais uma das nossas experiências. Hoje vou relatar como foi a Reunião Cientifica Anual do Instituto Butantan que é um evento que mostra o trabalho de cada pesquisador do centro de pesquisa de diversas aréas.

Que responsabilidade não acham? 

Imaginem duas PIBICs - Ensino Médio da aréa de Divulgação Cientifica em uma reunião de tamanha importância. Mas não foram somente as PIBICs de Divulgação Cientifica que participaram, as outras também com suas respectivas pesquisas ou atividades realizadas ao longo do tempo no Instituto. Bem acho que podem imaginar que ficamos nervosas com mais essa atividade né? Mas não, ficamos muito tranquilas, pois sabíamos que tudo daria certo... e deu! 

Para partiparmos desta Reunião, escolhemos uma atividade das que a gente já tinha realizado e tinhamos um bom entendimento, e acabamos escolhendo a do Diorama/Representação da Contaminação Humana pela Giárdiase. Como já postamos sobre isso aqui, vocês devem saber o que é (para quem não leu, está aqui o link: http://divulgadoresdaciencia.blogspot.com.br/2012/08/diorama_22.html ).

Então fizemos um resumo sobre o que era o Diorama, como era e como foi sua produção, tudo em linguagem científica! Imaginem, nem eu e muito menos a Débora sabiamos como escrever em liguagem científica, mas com a ajuda dos nossos orientadores/educadores conseguimos escrevê-lo e com a mesma linguagem temos que escrever nosso Relatório (em outra postagem explicaremos o que é o Relatório que temos que entregar para nossos fomentadores); 

E a partir desse resumo tivemos que fazer um Banner, ou seja, um painel com esse resumo e fotos para ser apresentado na Reunião. 

Enfim chega o dia. Quando chegamos ao local onde seria a Reunião, nossas educadoras já tinham colocado nosso painel na nossa parte de apresentação, e diversas pessoas passaram e perguntam sobre ele, exlicamos com calma e muita clareza e nos saimos muito bem e não esquecendo que nesta Reunião tinha pessoas muito importantes que iriam avaliar nosso trabalho e o nosso desempenho em nossos programas. Ufa!

Ah, para vocês verem o resultado disso tudo, segue uma foto do nosso painel. Ficou lindo, não ficou :D 
                                                  


Foto do nosso Banner

Logo logo escreveremos sobre o tão temido relatório. E logo logo começaremos um novo ano.

Ufa!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Apresentações aos Colégios


Apresentação nas Escolas. (J.D.C)

A princípio, morremos de vergonha ao sabermos que íamos participar de uma apresentação onde nós falaríamos sobre o que é divulgar a ciência, e o que aprendemos em relação a isso. O medo não era tanto de apresentar em público, mas sim, de apresentarmos para os nossos amigos da escola.
Passo a passo...
Primeiramente elaboramos um roteiro tendo como base o que iriamos falar na tão esperada apresentação. Depois, escolhemos fotos de atividades feitas, como por exemplo, o diorama, visitas à redação FAPESP e o Jornal do Estado de São Paulo (Estadão). Fizemos também uma pré-apresentação para as pessoas que estavam no anexo do Museu de Microbiologia (lugar onde realizamos nossas atividades).

Finalmente chega o dia da apresentação no colégio Negrini
Ao chegarmos à escola, antes de começarmos a nos apresentar, demos uma ultima lida em alguns textos e conversamos sobre quem seria a responsável em dar inicio a apresentação... Logo em seguida as salas entram e assim tudo se inicia.
                  Adriano um dos nossos coordenadores, nos apresentando ao público do colégio Negrini.
Nós PIBIC's, apresentando o Blog.
 
Dia da apresentação do Alberto Torres.
No Alberto Torres o nervosismo era menor, pois devido à primeira apresentação estávamos mais confiantes e preparadas para falar com o público. Embora poucos alunos tenham participado, estávamos interagindo com mais intensidade. Fizemos ao todo, três apresentações para salas e séries diferentes, e isso fez com que sentíssemos cada vez mais preparadas para novas apresentações.
       Nossa outra coordenadora Luciana, apresentação no colégio Alberto Torres.
 Hora de apresentarmos ao público as nossas atividades.
A experiência
Hoje podemos dizer que essa experiência só serviu para o nosso amadurecimento, tanto intelectual, quanto no modo de pensarmos.
Gostamos muito principalmente do fato da maioria dos alunos terem participado e se interessado, pois acredito que isso tenha sido um dos motivos da apresentação.
 
Ah... Sem contar que não temos mais medo de apresentações e estamos preparadas para outras.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Diorama



Chega a ser engraçado, pois a princípio não fazíamos ideia do que era um diorama. Após a leitura do texto e apresentação sobre a assunto, descobrimos que o diorama é a representação de alguma cena ou ambiente que se pretende apresentar ao público, buscando aproximar-se ao máximo da realidade.

De uma certa forma, a criação de um diorama deu uma maior visibilidade a elementos que, por vezes, passam despercebidos na realidade humana.


Para a elaboração do nosso diorama, passamos longas semanas trabalhando e tentando entender conceitos sobre diorama, e uma forma de representá-lo. Como todo o projeto exige um conhecimento maior para representação (no nosso caso, a de uma contaminação por um protozoário), foi  necessário ler e estudar sobre o assunto.


Para a construção do diorama, preferimos focar em um ambiente natural, utilizando mais folhas, pedras e cascas de árvores e menos objetos que agridem a natureza.  




 Foi certamente uma ótima experiência, pois de maneira simples demonstramos para as outras pessoas modos de sermos infectados por uma doença cujo nome é giardíase.

Além de aprendermos, nos divertimos muito.



Já ouviu falar em Giardíase?

O que é?


 Como se contrai?


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Visita ao LABORATÓRIO ESPECIAL DE TOXINOLOGIA APLICADA –    (LETA)

 
             O QUE É O LABORATÓRIO ESPECIAL DE TOXINOLOGIA APLICADA –  (LETA)?!?

“Os laboratórios desta Divisão buscam concertadamente a excelência em pesquisa, inovação e difusão em toxinas. Conceitualmente, o grupo se norteia pela noção de que inovação é subproduto de pesquisa científica competitiva. Nessa linha, o sucesso na exploração de toxinas como fontes potenciais de novos fármacos e ferramentas moleculares importantes em fisiopatologia, depende e decorre dos projetos de pesquisa em áreas correlatas, integradamente desenvolvidos pelos laboratórios da Divisão. Operacionalmente, os laboratórios da Divisão compartilham competência técnica e equipamentos, permitindo um desenvolvimento sustentado e sinérgico dos projetos de pesquisa.”

E o LETA trabalha em que área?!?
        DEFINIÇÃO PARA O QUE É BIOQUÍMICA
“Bioquimíca é a ciência que estuda os processos quimícos que ocorrem nos organismos vivos. De maneira geral, ela consiste no estudo da estrutura e função metabólica de componentes celulares e virais, como proteína, enzimas, carboidratos, lipídios, ácidos nucléicos entre outros.”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bioqu%C3%ADmica
             
O QUE ACONTECEU NO LETA?
No Laboratório eu tive uma visão totalmente diferente do que eu pensava que era um laboratório. Confesso que eu achei que tinha muitos pesquisadores, uma sala só para muitos experimentos, que os pesquisadores eram “estranhos”,  etc. Vi que lá é bem diferente, há diversos tipos e temas de pesquisas, tem a sala para experimentos, e área de estudos.  
A nossa visita foi recebida pelo Doutor Pedro Ismael da Silva Junior, ele nos explicou que um laboratório não é uma coisa do outro mundo. Mostrou-nos que o laboratório é um local onde são desenvolvidos remédios, soros, etc. Os experimentos são aplicados em celúlas e em ratos. Bem, fizemos umas perguntas para ele, tais como:
 
Juliana: Em que área profissional você atua? E se você é formado em outra profissão?
Dr. Pedro: Biólogo, e estou atuando em Bioquímica.
Juliana: É obrigatório usar o jaleco de trabalho? E pode sair com ele para fora do Laboratório?
Dr.Pedro: Depende do trabalho, e por higiêne não pode sair com o jaleco para fora para não causar contaminação tanto do lado de fora do laboratório, quanto do lado de dentro.
Juliana: E se for desenvolvido uma bactéria perigosa, o que vocês fazem?
Dr.Pedro: Não trabalhamos com bactérias perigosas, e se desenvolvemos uma bactéria que é prejudicial procuramos destruí-la.
Juliana: Porque devemos tomar cuidado no Laboratório?
Dr.Pedro: Para não ocorrer tanto a sua contaminação quanto a contaminação de dentro do Laboratório.
Juliana: O que fez você escolher essa profissão? Dr.Pedro: Bem, eu escolhi essa profissão porque desde pequeno tenho paixão por natureza e, sou formado em Biologia e uma coisa leva a outra.
Juliana: Você é tão centrado em casa, quanto no trabalho?
Dr.Pedro: Mais no trabalho.
Juliana: Você já sofreu algum acidente que envolve o que você faz? Se sim, não causou nenhum trauma ou isso, ao contrário, fez com que você se apaixonasse mais pela profissão?
Dr.Pedro: Nunca ocorreu nenhum acidente no meu trabalho. Mais já fui picado por aranhas e não fiquei com trauma, isso fez com que eu me apaixonasse mais por isso.
Juliana: Algum momento da sua carreira você já pensou em desistir?
Dr.Pedro: Do meu trabalho não. Tudo bem que ocorrem problemas no decorrer da vida, mas nunca pensei em desistir.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Público, Ciência e suas Relações

A ciência é uma palavra muito conhecido que ouvimos desde pequenos, além de possuirmos uma matéria escolar totalmente dedicada a ela.
Querendo ou não, fazemos parte da ciência e ela é essencial em nossas vidas, mas será que as pessoas dão o devido valor a ela?
A ciência faz parte da vida, é através dela que conseguimos a resposta para diversas perguntas ou a solução para diversos problemas.
Algumas pesquisas mostram que há um grande desinteresse da sociedade na procura de museus, livros, artigos e muitos outros aspectos científicos; particularmente, penso que esse desinteresse não possui raízes científicas, ou seja, o ser-humano está cada vez mais desatento e preguiçoso em relação a estudos e assuntos no geral. A ciência é um assunto interessantíssimo que está em constante desenvolvimento, a sociedade não aproveita as oportunidades que possui, ou seja, está mais do que na hora das pessoas quererem adquirir conhecimento; existem diversas formas de divulgação da ciência, as mais variadas fontes de se demonstrar/explicar estes fenômenos, o assunto não é monótono: existem jogos, artigos, museus, livros, aplicativos, painéis, quadros, áudio, filmagem, cores, formatos e uma infinidade de aspectos transmissores da ciência, então pare e pense: é culpa da divulgação? Como um assunto tão amplo pode ser vítima de desinteresse? O conhecimento nunca é demais, é melhor que as pessoas revejam valores e se proponham a mudanças, senão literalmente catástrofes estão por vir! Valorizemos o que nos trouxe a vida, nos traz a prevenção e pode nos trazer soluções!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Biodiversidade

A formação da palavra biodiversidade se dá pela união do radical bio=vida e da palavra diversidade=veriedade; por isso se diz que biodiversidade quer dizer 'variedade de vida'.
A biodiversidade reúne toda a variedade de vida desde microorganismos até animais e plantas. É o conjunto de espécies que estabelece uma inter-relação na qual cada ser, por mais simples que seja, tem uma função fundamental da composição do ecossistema.
A biodiversidade funciona como uma máquina em que os animais e vegetais são suas engrenagens.
A preservação da natureza e da diversidade garante a proliferação da vida.
Ao utilizar a natureza como meio de se fazer remédios e cosméticos, muitas vezes, o homem não se importa em realizar ações para não danificá-la. É importantíssimo ficarmos atentos a preservação da diversidade macro e também micro para que não haja impactos negativos em nosso planeta.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Entrevista com a Dra Rute Gonçalvez

No dia 18/10 ,nós os estudantes que fazemos parte do projeto Pré-IC faremos uma entrevista com a pesquisadora Dra Rute Gonçalvez,que trabalha com alguns tipos de aranha.Mas ela também divulga para a sociedade o perigo das aranhas que pesquisa.
Nesta entrevista faremos as seguintes perguntas:
1-Qual a sua área de formação?Você já pensava em trabalhar com isto?
2-Como que você trabalha?(na pesquisa das aranhas)Você possuiu mais de uma linha de pesquisa?
3-Como é feita a coleta do seu material de pesquisa?
4-Você considera importante divulgar seu trabalho para a sociedade?Como isso é feito?
5-O que é feito com o animal após o término de sua pesquisa?
6-Cite um aspecto positivo e um aspecto negativo do seu trabalho.
*E caso ela não diga na entrevista perguntaremos:
-Como é a reação do veneno(da aranha que pesquisa)no nosso corpo?
Nesta entrevista,separamos o que cada estudante que faz parte do projeto irá fazer nos bastidores dela.E nisto o Yan ficará encarregado de fazer as perguntas para a pesquisadora,a Camila ficará encarregada da gravação de vídeo,a Maitê ficará encarregada da gravação de áudio,a Bárbara irá fotografar e a Ana Paula irá anotar(o que puder anotar da entrevista)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Partes da pesquisa científica

As partes da pesquisa científica são uma forma de construir o conhecimento científico através de um protocolo para poder observar se uma teoria é realmente verdadeira ou falsa, testando essa teoria de diferentes formas. Se caso ela conseguir passar através todos os testes, podemos dizer que temos uma hipótese que pode ser verdadeira. Na ciência não existe como provar que uma teoria é verdadeira e irrefutável, pois não testamos realmente todas as situações e nem podemos, pelo simples fato de que as teorias científicas vivem se desenvolvendo e mudando através do tempo, por isso podemos dizer que essa teoria é verdadeira para o tempo em que vivemos hoje, porque talvez no futuro exista uma teoria que consiga provar que ela era falsa.

Yan

Níveis de biossegurança

Nos laboratórios que trabalham com produtos altamente perigosos (como bactérias e fungos que podem causar alguma doença bastante séria ou até mesmo desencadear uma epídemia), os seus funcionários são obrigados a tomar conhecimento sobre as normas de biossegurança por meio de pequenas recomendações, para se proteger desses microrganismos sem ser infectado ou acabar estragando a amostra estudada. Ela é importante para o avanço da ciência podendo ajudar no desenvolvimento de uma nova vacina (lembrando que isso não ocorre de uma hora para outra, mas sim é fruto de muitos testes e estudos).
As regras de biosseguraça auxiliam o pesquisador a realizar procedimentos para o maior sucesso do experimento visando a segurança e a qualidade do trabalho a ser realizado. A seguir mostrarei algumas normas de biossegurança, como:

• Informe os colegas quando der início a um experimento de risco;
• Evite executar um experimento sozinho, pois em caso de acidente, pode haver dificuldade em obter ajuda;
• Não fume, não coma ou beba no laboratório
• Useluvas para proteger as mãos e/ou o experimento. Remova-as para tocar em portas, maçanetas, livros e cadernos, telefone, etc.;

Seguindo essas normas simples o pesquisador não coloca a sua e/ou vida do outro.

O mundo micro

O mundo micro é composto por bactérias, fungos e protozoários, vejamos a especificação e um pouco da história de um dos membros dessa “família”, as bactérias:
As bactérias foram observadas pela primeira vez em 1676, pelo comerciante e cientista amador Antony Van Leeuwenhoek, da Holanda. Após muitos estudos, ele descobriu que elas são unicelulares, isto é, formadas por uma única célula. Como esta célula não apresenta envoltório nuclear, as bactérias são consideradas organismos procariotos - formados por uma só célula sem núcleo.



Isoladas, as bactérias recebem o nome de cocos, bacilos e espirilos (de acordo com a forma), podendo ser vistas em grupos e, neste caso, são chamadas diplococos, quando aparecem de duas em duas; estafilococos, quando apresentam forma semelhante a um cacho de uvas; e estreptococos, quando se organizam em cadeias.
Elas têm parede celular, que determina a sua forma e as protegem das agressões do meio em que vivem. Têm membrana citoplasmática, que permite a passagem de nutrientes do meio em que vivem para dentro de seu corpo e que ainda age como barreira para substâncias tóxicas. Algumas delas têm cápsula, estruturas que as protegem da ação dos leucócitos (as células de defesa do nosso corpo). Elas têm ribossomos, que produzem proteínas, elementos fundamentais para a vida das bactérias. Têm flagelos, que são como caudas, responsáveis pela sua movimentação. E têm ainda fímbrias - estruturas mais finas e curtas que os flagelos - que são responsáveis pela aderência desses seres microscópicos às mucosas do nosso organismo e que também participam da reprodução das bactérias. Algumas delas também podem produzir esporos, estruturas que as tornam resistentes ao calor, ao frio e a agentes químicos, como desinfetantes.

Etapas da pesquisa científica

A pesquisa científica é composta por fases que respondem a uma pergunta inicial, originando uma espécie de investigação. Estas etapas têm uma ordem, seguindo um raciocínio lógico que ajuda na resposta da questão que impulsionou a investigação. De cada uma das etapas pode se tirar conclusões, porém, para tirarmos conclusão de uma etapa, precisamos da anterior e assim sucessivamente.

Etapa 1 – Seleção do Tema da Pesquisa

O tema da pesquisa deve se relacionar ao tema a ser trabalhado, dentro de uma área determinada. Os interesses, inclinações, aptidões e a qualificação profissional dos pesquisadores e pesquisadoras devem ser levadas em conta. A realização de um trabalho exige motivação e ânimo e nem sempre estão ligados a interesses pessoais, e sim aos interesses de uma sociedade.

Etapa 2 – Levantamento de Dados

Os levantamentos de dados são importantes para ter uma idéia geral das discussões que estão sendo feitas sobre o tema e para a formulação do problema, podendo ser feito através de pesquisa bibliográfica, documental ou de campo. ”A pesquisa bibliográfica destina-se mais ao reconhecimento do campo de pesquisa, enquanto que a pesquisa documental e a pesquisa de campo são mais adequadas para o reconhecimento de situações específicas com que se quer trabalhar.”

Etapa 3 – Formulação do problema

“Uma vez que o campo de pesquisa já seja conhecido, o pesquisador ou pesquisadora estará familiarizado com seus problemas e com as principais formas de trabalho utilizadas para lidar com eles. A imaginação e a criatividade entrarão como auxiliares na identificação de um ângulo diferente, uma contradição ou uma lacuna no conhecimento ainda pouco explorados ou, ainda, no reconhecimento do potencial do estudo de uma situação real ou do emprego de um método um pouco modificado. Além disso, a formulação do problema deve observar 4 aspectos:
- Viabilidade ou exeqüibilidade: a execução da pesquisa que buscará sua resposta exige esforços, materiais e pessoal além do que é possível no contexto concreto de sua execução? Exige uma tecnologia ainda não existente? Quais são as condições reais de sua realização?
- Relevância: qual a importância desse problema? Que benefícios trará para a comunidade?
- Novidade: o problema já foi alvo de muitas pesquisas? Seu exame trará novos elementos aos debates já existentes no campo de conhecimento em que está inserido?
- Oportunidade: que interesses estão envolvidos na solução do problema? Há interesses governamentais, privados ou sociais que facilitam sua investigação?”

Etapa 4 – Construção de hipóteses
As hipóteses devem ser construídas observando o máximo de simplicidade e clareza e sua possibilidade de verificação empírica. Quando dizemos que uma hipótese deve ser simples quer dizer que ela deve conter apenas uma idéia, deve expressar apenas uma relação possível entre os elementos da pesquisa. Quanto mais idéias contidas na hipótese, mais difícil fica sua utilização. Uma hipótese clara especifica, sem ambigüidades nem dúvidas, a relação esperada entre os elementos do problema. A verificação empírica é a propriedade da hipótese que possibilita que ela seja observada na realidade. Hipóteses contendo idéias impossíveis de verificação direta não são cientificamente válidas. Observe que algumas teorias levam a hipóteses que, embora passíveis de verificação, não conseguem ser testadas com os meios disponíveis no estágio tecnológico atual; nesse caso, a hipótese é válida; quando o nível tecnológico progredir, a hipótese poderá ser testada.

Etapa 5 – Delimitação da pesquisa
Também é uma etapa muito importante, pois aqui serão estabelecidos os limites da investigação. Nossos esforços são limitados pelo tempo, pelos recursos, pelo espaço. Dessa forma, estipular exatamente qual vai ser o alvo da investigação é um passo essencial para garantir que os recursos e o tempo disponíveis serão empregados de forma racional e eficiente.
A delimitação pode ser feita em relação ao assunto ou à extensão do esforço de pesquisa. Quando feita em relação ao assunto, faz-se um recorte no tema proposto, localizando-o ainda mais. Quando feita em relação à extensão do esforço de pesquisa, as ações são localizadas espaço-temporalmente. Lembre-se que essa delimitação deve ser feita sempre sob a orientação da teoria que está embasando a pesquisa.

Etapa 6 – Definição dos métodos
A escolha do método é um exercício de imaginação. É preciso imaginar o problema e imaginar a situação, imaginar como o método poderá fornecer as informações que precisamos, quais os seus pontos fracos, quais seus pressupostos lógicos. Existe uma variedade enorme de métodos de pesquisa disponíveis. Os pesquisadores e pesquisadoras devem optar por um método que possa ser aplicado às condições do problema e da situação que se quer estudar. Caso essa aplicação não possa ser feita seguindo integralmente as diretrizes estabelecidas durante a criação do método ou técnica desejada, podem-se realizar as alterações necessárias após um estudo metodológico. A escolha deve partir das hipóteses formuladas. É nelas que estarão as variáveis principais da pesquisa e a relação que se quer investigar.

Etapa 7 – Organização dos recursos
A fase de organização dos recursos segue-se à definição dos métodos, uma vez que estes é que vão determinar que instrumentos serão necessários à investigação em cada uma dessas fases. A organização deve ser o mais detalhada possível, pois muitas vezes é difícil solicitar mais verbas ou mais materiais uma vez que a pesquisa esteja em andamento.

Etapa 8 – Coleta de dados
Finalmente, chegamos à etapa que é mais lembrada quando pensamos nas atividades de pesquisa. Quando falamos em dados, estamos nos referindo às informações que serão obtidas a partir das técnicas selecionadas para isso. Uma mesma pesquisa pode demandar a coleta de dados quantitativos e qualitativos: os primeiros são constituídos por informações que se podem mensurar; os segundos, por outro lado, são informações relacionadas a características, opiniões, impressões, etc.

Etapa 9 – Sistematização e análise de dados
As informa ções, depois de coletadas, não constituem ainda os resultados da investigação. Para realmente serem consideradas resultados precisam ser organizadas e analisadas. Os dados coletados, naturalmente, serão variáveis, apesar da uniformidade dos métodos empregados, sobretudo na área das ciências humanas. Uma vez que você padronizou o método de coleta, terá certeza de que a variação observada corresponde a um comportamento natural do fenômeno estudado. São elaboradas tabelas e gráficos, diagramas, quadros, classificações e aplicados métodos estatísticos, para que os pesquisadores percebam um comportamento geral das variáveis pesquisadas, um padrão em meio à variação. Tais padrões constituirão os resultados da investigação.

Etapa 10 – Interpretação dos resultados
A fase de interpretação dos resultados é aquela em que os pesquisadores, de posse dos dados sistematizados e analisados, lhes dão significado à luz do problema inicial. É aqui que esses resultados são discutidos e comparados com resultados de outras pesquisas relatados na literatura, com as expectativas iniciais dos pesquisadores e com as hipóteses e objetivos que guiaram a investigação. Afinal, os resultados apóiam ou contradizem as hipóteses do trabalho? São semelhantes ou diferentes de outros resultados relatados na bibliografia analisada? Houve surpresas? Que informações novas foram registradas? Quais as conclusões a que se pode chegar? A resposta a essas e outras perguntas permitirá que sejam explorados todos os aspectos e características possíveis dos resultados obtidos, fazendo com que a pesquisa tenha sido aproveitada ao máximo.

Etapa 11 – Comunicação dos resultados

A fase de comunica ção é a última, a que conclui a pesquisa realizada. Através dela tanto a comunidade científica quanto a sociedade em geral poderão avaliar e utilizar os resultados obtidos. Sem a fase de comunicação, a pesquisa se torna apenas um esforço perdido ou um monte de papéis empoeirados no escritório de um pesquisador. A comunicação se dá através da redação de um documento científico cujas técnicas de construção serão exploradas nas seções seguintes.

Fontes: http://contextopolitico.blogspot.com/2008/11/metodologia-do-trabalho-cientfico-fases.html
http://www.guanis.org/metodologia/as_etapas_da_pesquisa.pdf
http://www.blogconsultoria.natura.net/wp/wp-content/uploads/2010/03/pesquisa.jpg(Imagem)

As Proteínas Derivadas

As proteínas derivadas se formam a partir de outras proteínas por desnaturação, como as peptonas (formadas durante a digestão). Tendo em vista a grandeza das moléculas, temos as proteoses, as peptonas e os polipeptídeos. Elas têm o tamanho de 0,001 a 0,2 micrômetros de diâmetro formando uma solução coloidal na água.
Elas (proteínas) são como uma fábrica de aminoácidos de todos os tipos, que podem se oxidar como energia na estrutura respiratória. E muitos fatores da coagulação também possuem natureza protéica. O transporte é feito pela hemoglobina.


Estrutura do aminoácido.

Uma proteína pode ter quatro níveis de estrutura molecular, sendo eles:
- Primário: os aminoácidos unidos através das ligações peptídicas.
- Secundário: representado por dobras na cadeia (a - hélice), que são estabilizadas por pontes de hidrogênio.
- Terciário: a proteína sofre um maior grau de enrolamento e surgem as pontes de dissulfeto para estabilizar este enrolamento.
- Quaternário: ocorre quando quatro cadeias polipeptídicas
se associam através de pontes de hidrogênio, como ocorre na formação da molécula da hemoglobina (tetrâmero).


A estrutura das proteínas classificada de acordo com a sua disposição no espaço em 4 tipos.

A forma das proteínas é um fator importante na sua atividade, se a forma for alterada, a proteína fica inativa. Esse processo é denominado desnaturação e pode ser provocado por altas temperaturas, alterações de pH entre outros fatores.


Demonstração de que a atividade enzimática é profundamente influenciada pelo pH, que, quando inadequado, pode promover a inativação da molécula enzimática.

A desnaturação é geralmente irreversível, que consiste na quebra das estruturas secundária e terciária de uma proteína.


Esquema de como se dá o processo de desnaturação.

No nosso organismo estão presentes algumas células que sabem quais são as proteínas “estranhas”: os antígenos. O organismo produz proteínas de defesa: os anticorpo (gamaglobulinas).
As funções das proteínas podem ser agrupadas em várias categorias (de acordo com a sua função). As proteínas desempenham nos seres vivos as seguintes funções: estrutural, enzimática, hormonal, de defesa, nutritivo, coagulação sangüínea e transporte.
Toda enzima é uma proteína; Estas enzimas são importantes reguladoras das reações biológicas. Entre essas proteínas com função enzimática estão as lípases. Podemos caracterizar os hormônios como substâncias elaboradas pelas glândulas endócrinas e que, uma vez lançadas no sangue, vão estimular ou inibir a atividade de certos órgãos. É o caso da insulina, hormônio produzido no pâncreas e que se relaciona com a manutenção da glicemia (taxa de glicose no sangue).”

Fontes:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/proteinas/proteinas.php
http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/proteinas.html
http://www.todabiologia.com/saude/proteinas.htm

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

[PP]

Proteína: Palavra que se escuta em todos os lugares.
Escutar não significa saber, deve-se pesquisar e estudar para se aprofundar.
Pois bem, existem 4 tipos de biomoléculas; Ao fazer um bolo, você utiliza pelo menos duas: Carboidratos (na farinho e no açúcar), Lipídeos (na manteiga).
Bom, vamos voltar a palavrinha inicial: POTEÍNA => Elas possuem estruturas e caso uma molécula dessa estrutura se modifique, já não é a mesma substância.
A natureza é a responsável por fazer as proteínas que parecem anéis de ligação muito pequeninos e caso você esteja estudando ou já estudou química, sabe bem do que estou falando!
As proteínas são tão incríveis que possuem a capacidade de se auto-quebrarem para formarem uma outra proteína (autólise).
Bom, esta foi apenas uma pequena introdução sobre proteínas, o que é bem curioso porque se você perguntar o que é proteína para alguém, difícilmente essa pessoa saberá te responder corretamente, ou melhor, completamente*
No dia 13/09 tivemos uma aula prática com a Dra.Isabel Batista, em uma discussão sobre proteínas e sobre a vida de um pesquisador.
Dra.Isabel nos auxiliou com um experimento de 6 substância diferentes enquanto discutíamos um pouco da carreira que ela optou por fazer pelo resto de sua vida. É interessante vermos como as coisas não vem fácil, mas que se nos interessarmos por algo, devemos procurar saber mais a fundo para que possamos realizar boas coisas com aspectos que sejam de nosso interesse.
Isabel Batista nos contou que foi fazer estágio no exterior, em um local em que as pessoas controlavam o número de banhos que ela tinha que tomar por dia, além dela ficar longe da família e no meio do frio!! Haja coragem!!
Ela conta que valeu a experiência e que apesar dela não saber muito o que queria fazer inicialmente, quando ela viu que gostava do que tinha começado, se embalou com tudo e hoje, é uma ótima pesquisadora; ela não tem hora expecífica para sair do laboratório, mas realiza seus trabalhos da melhor forma possível!
Fecho o bloco 'pesquisa e proteínas' agradecendo Dra.Isabel pela palestra e dando um alerta a você leitor, que além de saber explicar o que é proteína, também sabe como é a vida de um pesquisador e a importância de se seguir o que gosta apesar das dificuldades!!

C.P

É questão de ética!

Clonagens, utilização de animais e pessoas para experimentos, medicações, você acha certo?
Esta é uma parte polêmica da ciência; algumas pessoas visam melhoras e novidades, enquanto outras pensam que a natureza não pode se modificar atravéz de alterações humanas e diversas outras controvérsias [...] Enfim, existem milhares de opiniões que se diferem, porém, não se pode dizer que uma esteja certa e outra errada se não tivermos fortes argumentos que excluam totalmente outras possibilidades de oposição (o que seria impossível).
Na última aula no Laboratório, discutimos sobre ética. A ética tanto pode ser pessoal, ou seja, você fazer algo equilibrado que não fuja das normas e tenha conciência pessoal de que está agindo corretamente, e a ética perante a sociedade. Existem formas de agir que estão dentro do padrão, ou seja, não maltratar e não interferir de forma rústica determinadas coisas ou seres.
Na aula, fizemos grupos a favor e contra determinadas ações como exemplo a utilização de animais e pessoas em experimentos, além de termos assistido o filme 'sexto-dia'. Após a discussão, cocluímos que sempre haverão argumentos para oposição e o melhor que se tem a fazer é a realização de tudo dentro do padrão, ou seja, a amenização de uma situação: A aplicação de uma agulha em um coelho deve ser feita de forma que o animal não sinta dor e não haja danos. Essa e muitas outras formas de se agir, podem ser consideradas como 'ações éticas'.

domingo, 25 de setembro de 2011

Ética e Moral

No nosso último encontro - sobre ética no uso de animais em pesquisas de laboratório - surgiu uma dúvida entre os divulgadores da ciência: Qual a diferença entre Ética e Moral? A pergunta pegou a equipe de educadoras de surpresa e nos deixou intrigadas! Fomos então atrás dessa resposta!

Segundo o dicionário Michaelis, Ética é a parte da Filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana; É o conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão. A Ética está representada por um conjunto de normas que regulamentam o comportamento de um grupo particular de pessoas, como por exemplo, advogados, médicos, psicólogos e psicanalistas. É comum que esses grupos tenham o seu próprio código de Ética, normatizando suas ações específicas.

Já a Moral é a parte da Filosofia que trata dos atos humanos, dos bons costumes e dos deveres do homem em sociedade e perante os de sua classe. A moralidade é um sistema de valores do qual resultam normas que são consideradas corretas, como por exemplo os Dez mandamentos, os Códigos Civil e Penal, entre outros.

Nesta interpretação, Ética não se diferencia em nada da Moral, com a diferença de que Ética serviria de norma para um grupo determinado de pessoas, enquanto a Moral seria mais geral, representando a cultura de uma nação, religião ou época.

Esperamos ter respondido a pergunta!

sábado, 24 de setembro de 2011

Biodiversidade micro e macro

A biodiversidade refere-se a todas as variedades de vida reveladas nos genes, espécies e ecossistemas. E a biodiversidade é o efeito natural resultante do processo da evolução e das relações que há entre cada um dos componentes que nela são organizados, dizendo assim que as espécies estão íntima e multiplamente relacionadas umas com as outras e com as separações não-vivas que estão no ecossistema.


"A biodiversidade é necessária para a saúde biológica da Terra porque faz com que os ecossistemas sejam mais elásticos. Como há um equilíbrio dinâmico no planeta, onde uma comunidade, espécies e ecossistemas diferem geneticamente, isso faz com que estas sejam muito mais fortes e que suportem melhor as perturbações. "

Maitê.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Diorama e sua importância para sociedade

O diorama é mais uma das varias maneiras de divulgação cientifica que mostramos nesse blog, sendo que a sua principal finalidade é representar um ambiente através da montagem, utilizando pinturas, animais empalhados, plantas desidratadas e etc. Tanto o cenário como os outros objetos representativos precisam tentar se aproximar o mais da realidade quanto possível, precisando obrigatóriamente seguir uma proproção real entre o material em exposição, pois o diorama serve principalmente para a sociedade poder observar como se dá a interação dos animais entre sí e observar os habitats das diferentes espécies de animais.
É um recurso bastante pedagógico por ser algo que desperta o interesse das crianças para algo educativo, sendo um local de aprendizagem fora do ambiente escolar. Lembrando que essa é valida para qualquer idade, então vá desfrutar do conhecimento e suas interatividades.

Yan

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Os Dioramas como forma de expor a Biodiversidade

Em uma visita ao Museu Biológico do Butantan, o grupo da Pré-Iniciação realizou a confecção de um Diorama após uma visita monitorada e uma palestra com Adriano Dias de Oliveira.
O museu biológico abrange uma extensão especializada em dioramas e como foco, os biodioramas, além de valiosos informantes.
Os dioramas são objetos focados na exposição, ou seja, há um cenário que exerce a função de apresentar uma situação em um determinado tempo real. Apesar de parecerem simples, os dioramas devem ter as características mais próximas da realidade, ou seja, o animal representado na cena deve estar de acordo com as demais características ao seu redor; Geralmente, os animais desta exposição são empalhados (taxidermizados), porém, existe um segundo tipo desta exposição chamado Biodiorama em que os animais se encontram vivos.
Os dioramas vieram do teatro para os museus, James Terry Wilson foi o primeiro a realizar um diorama; hoje em dia, quase todos os museus possuem este valioso objeto que mostra algo realista em um momento específico do tempo, representação ambiental com contexto real, representação com perspectiva, figuras e réplicas de animais trabalhados em escala.



Vale a pena conferir as novidades e informações que o Museu Biológico do Butantan traz. Além de biodioramas, existem algumas curiosidades como:
A) Qual a diferença de animais venenosos e animais peçonhentos
B) O que é uma fosseta Loreal
C) Porque a cobra tem a língua Bifurcada (Cortada ao Meio)
D) O que é Mimetismo
E) Qual a relação das cores das cobras
F) Porque ás vezes as cobras parecem cegas
G) Porque a algumas cobras possuem chocalho

Ficou curioso(a)? Seria interessante que você fizesse uma visita ao museu e tirasse todas as suas dúvidas com especialistas do assunto, porém postarei um breve resumo apenas sobre algumas características interessantíssimas desse maravilhoso animal: a Cobra.
O sapo é considerado um animal venenoso porque possui glândulas com veneno e estas são ativadas somente com o ataque inimigo. As cobras são peçonhentas porque mordem sua presa intencionalmente para liberação do veneno e a ocorrencia da morte de seu 'futuro alimento', VALE RESSALTAR que nem todas as cobras possuem veneno, algumas fazem uso da força para quebra de ossos de sua presa, novamente repito que para mais informações, vale a pena visitar a exposição que tem como função ir muito mais a fundo no assunto abordado.



Fosseta Loreal é um buraquinho que as cobras possuem; este, se localiza entre os olhos e o nariz e é um órgão que percebe o calor.



A língua bifurcada é como se fosse o nariz da cobra, ou seja, como ela possui um olfato ruim, ela utiliza a língua para sentir a direção de sua presa.


Mimetismo é quando uma cobra não venenosa tem a aparência igual a uma venenosa (mecanismo de defesa), o interessante é que estas se encontram sempre em mesmo ambiente.




Por: Camila Pellicciari

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Reflexão sobre a parceria pública privada (PPP)

A parceria pública privada (PPP) é um contrato administrativo, fazendo uma aliança entre o serviço ou uma obra pública com um parceiro privado, com o propósito de se realizarem projetos de grande porte, sendo que esses projetos não conseguiriam ser mantido pelo Estado, sendo que o governo atual está em falta com grandes obras em muitas áreas, sendo que essa parceria é uma forma de melhorar os recursos necessários para os investimentos, conseqüentemente irá aumentar o desenvolvimento econômico e social do Estado.


Os benefícios de um Estado em implantar o PPP é que dependendo do projeto a ser executado (sua importância) não precisará realizar um investimento nos recursos e não haverá necessidade de contratar mais pessoal, sem gasto de tempo e a implementação desse projeto, significando no final a realização de um serviço de boa qualidade. Os benefícios de um parceiro privado na implantação da PPP por parte da legislação é que haverá um contrato de longo prazo, visando lhe assegurar um fluxo estável com garantias oferecidas pelo Estado, além de obter melhores condições afim de obter financiamentos para que se possa executar os projetos que serão objetos da parceria.


Lembrando que as PPP podem atuar em diversas áreas, como: implantação, ampliação, melhoramento, reforma, manutenção ou gestão de infra-estrutura pública, prestação de serviços públicos, exploração de bem público.

Fonte:http://www.sepl.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=92&tit=Saiba-o-que-sao-Parcerias-Publico-Privadas-PPPs

Yan

Análise do texto de Bruno Latour "Trecho de um diário de Campo"

O texto de Bruno Latour descreve como é um dia comum de um pesquisador, detalhando ao máximo todas as falas das pessoas envolvidas, quanto as suas respectivas ações, de modo com que o leitor se imagine no espaço, se envolvendo e participando dos experimentos junto com os cientistas, essas descrições é uma forma de aproximar o conhecimento científico e a sociedade.

Os registros dessas descrições detalhadas do experimento podem auxiliar na reexperimentação desse mesmo experimento, mas por outro grupo de cientistas ou esses registros descritivos podem auxiliar em pesquisas futuras.

Yan